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Termo Descrição

3DES

Triple DES, a mode of the DES encryption algorithm that encrypts data three times. Three 64-bit keys are used, instead of one, for an overall key length of 192 bits (the first encryption is encrypted with second key, and the resulting cipher text is again encrypted with a third key).

3G

3G é a terceira geração de telefonia móvel normas e tecnologia, substitui 2G. Baseia-se na União Internacional de Telecomunicações (UIT) família de normas no âmbito do Programa Internacional de Telecomunicações Móveis ", IMT-2000". Geral. Permitir que os operadores de rede 3G tecnologias para oferecer aos usuários uma ampla gama de serviços mais avançados, enquanto se conseguir uma maior capacidade de rede através de uma maior eficiência espectral. Os serviços incluem grande-área wireless de telefonia vocal e transmissão de dados sem fios de banda larga, tudo em um ambiente móvel. Normalmente, eles fornecem serviços em 5-10 Mb por segundo.Diferentemente IEEE 802,11 redes, de redes 3G são vasta área de telefonia celular, que evoluiu para incorporar redes de alta velocidade de acesso à Internet e vídeo telefonia. IEEE 802.11 (nomes comuns Wi-Fi ou WLAN) as redes são de curto alcance, alta largura de banda originalmente desenvolvidos para redes de dados.

Active Queue Management

Active Queue Management is a technique of preventing congestion in packet-switched networks.

ADSL

Asymmetric Digital Subscriber Line (ADSL) é um formato de DSL, uma tecnologia de comunicação de dados que permite uma transmissão de dados mais rápida através de linhas de telefone do que um modem convencional pode oferecer.

AES

Advanced Encryption Standard, a symmetric 128-bit block data encryption technique developed by Belgian cryptographers Joan Daemen and Vincent Rijmen. The U.S government adopted the algorithm as its encryption technique in October 2000, replacing the DES encryption it used. AES works at multiple network layers simultaneously. The National Institute of Standards and Technology (NIST) of the U.S. Department of Commerce selected the algorithm, called Rijndael (pronounced Rhine Dahl or Rain Doll), out of a group of five algorithms under consideration, including one called MARS from a large research team at IBM. While the terms AES and Rijndael are used interchangeably, there are some differences between the two. AES has a fixed block size of 128-bits and a key size of 128, 192, or 256-bits, whereas Rijndael can be specified with any key and block sizes in a multiple of 32-bits, with a minimum of 128-bits and a maximum of 256-bits.

Annex M

ITU G.992.5 Annex M is an ITU (International Telecommunication Union) standard, also referred to as 'ADSL2+M'. ITU G.992.5 Annex M extends the capability of basic ADSL2 by doubling the number of upstream bits. The data rates can be as high as 24 Mbit/s downstream and 3.5 Mbit/s upstream depending on the distance from the DSLAM to the customer's home. The main difference between this specification and ITU G.992.5 (ADSL2+) is that the upstream/downstream frequency split has been shifted from 138kHz up to 276kHz, allowing upstream bandwidth to be increased from 1 Mbit/s to 3.5 Mbit/s, with a corresponding decrease in download bandwidth.

Autenticação

Autenticação (do grego : αυθεντικός = real ou genuíno, de 'authentes' = autor) é o ato de estabelecer ou confirmar algo (ou alguém) como autêntico, isto é, que reivindica a autoria ou a veracidade de alguma coisa. A autenticação também remete à confirmação da procedência de um objeto ou pessoa, neste caso, frequentemente relacionada com a verificação da sua identidade.

Autorização

A autorização é a concessão de uso para determinados tipos de serviço, dada a um usuário previamente autenticado, com base na sua identidade, nos serviços que requisita e no estado atual do sistema. A autorização pode ser baseada em restrições, que são definidas por um horário de permissão de acesso ou localização física do usuário, por exemplo. A autorização determina a natureza do serviço cujo acesso é permitido a um usuário. Como exemplos de tipos de serviços temos: filtragem de endereço IP, atribuição de endereço, atribuição de rota, serviços diferenciados por QoS, controle de banda/gerenciamento de tráfego, tunelamento compulsório para determinado endpoint e criptografia.

   

Bandwidth throttling

Bandwidth throttling is a method of ensuring a bandwidth intensive device, such as a server, will limit ("throttle") the quantity of data it transmits and/or accepts within a specified period of time. Bandwidth throttling helps provide quality of service (QoS) by limiting network congestion and server crashes. A server, such as a web server, is a host computer connected to a network, such as the Internet, which provides data in response to requests by client computers. Understandably, there are periods where client requests may peak (certain hours of the day, for example). Such peaks may cause congestion of data (bottlenecks) across the connection or cause the server to crash, resulting in downtime. In order to prevent such issues, a server administrator may implement bandwidth throttling to control the number of requests a server responds to within a specified period of time. When a server using bandwidth throttling has reached the allowed bandwidth set by the administrator, it will block further read attempts, usually moving them into a queue to be processed once the bandwidth use reaches an acceptable level. Bandwidth throttling will usually continue to allow write requests (such as a user submitting a form) and transmission requests, unless the bandwidth continues to fail to return to an acceptable level. Likewise, some software, such as peer-to-peer (P2P) network programs, have similar bandwidth throttling features, which allow a user to set desired maximum upload and download rates, so as not to consume the entire available bandwidth of his or her Internet connection.

Bandwidth throttling

Permite assignar velocidade máxima a ser usada em cada uma das 4 portas Ethernet do Router.

   

CHAP

Challenge Handshake Authentication Protocol, a type of authentication in which the authentication agent (typically a network server) sends the client program a random value that is used only once and an ID value. Both the sender and peer share a predefined secret. The peer concatenates the random value (or nonce), the ID and the secret and calculates a one-way hash using MD5. The hash value is sent to the authenticator, which in turn builds that same string on its side, calculates the MD5 sum itself and compares the result with the value received from the peer. If the values match, the peer is authenticated. By transmitting only the hash, the secret can't be reverse-engineered. The ID value is increased with each CHAP dialogue to protect against replay attacks. Contrast with PAP.

CODEC

CoDec é o acrônimo de Codificador/Decodificador, dispositivo de hardware ou software que codifica/decodifica sinais. Existem dois tipos de codecs: * Sem perdas (lossless, em inglês) * Com perdas (lossy, em inglês) Os codecs sem perdas são codecs que codificam som ou imagem para comprimir o arquivo sem alterar o som ou imagem originais. Se o arquivo for descomprimido, o novo arquivo será idêntico ao original. Esse tipo de codec normalmente gera arquivos codificados que são entre 2 a 3 vezes menores que os arquivos originais. São muito utilizados em rádios e emissoras de televisão para manter a qualidade do som ou imagem. Exemplos desse tipo de codec são o flac, shorten, wavpack e monkey's audio, para som. Para vídeo, HuffYUV, MSU[1], MJPEG,H264 e FFmpeg Video 1. Para imagens, temos os formatos PNG e TIFF. Os codecs com perdas são codecs que codificam som ou imagem, gerando uma certa perda de qualidade com a finalidade de alcançar maiores taxas de compressão. Essa perda de qualidade é balanceada com a taxa de compressão para que não sejam criados artefatos perceptíveis. Por exemplo, se um instrumento muito baixo toca ao mesmo tempo que outro instrumento mais alto, o primeiro é suprimido, já que dificilmente será ouvido. Nesse caso, somente um ouvido bem treinado pode identificar que o instrumento foi suprimido. Os codecs com perdas foram criados para comprimir os arquivos de som ou imagem a taxas de compressão muito altas. Por exemplo, o Vorbis e o Mp3 são codecs para som que facilmente comprimem o arquivo de som em 10 a 12 vezes o tamanho original, sem gerar artefatos significativos. Exemplos de codecs com perdas são o Ogg Vorbis, MP3, AC3 e WMA, para som. Para vídeo, temos o Xvid, DivX, RMVB, WMV, Theora e Sorenson. E para imagens temos o JPEG, JPEG 2000 e GIF.

Content Filtering

Permite bloquear acesso a sites (tecnologia da SurfControl), cookies, downloads).

   

DES

Data Encryption Standard, a popular symmetric-key encryption method developed in 1975 and standardized by ANSI in 1981 as ANSI X.3.92. DES uses a 56-bit key and uses the block cipher method, which breaks text into 64-bit blocks and then encrypts them.

DHCP

DHCP é um conjunto de regras usadas por dispositivos de comunicação tais como um computador, router ou placa de rede permitindo a estes dispositivos pedir e obter endereços IP de um servidor contendo uma lista de endereços disponíveis para atribuição. Resumidamente, o DHCP opera da seguinte forma: Um cliente envia um pacote broadcast (destinado a todas as máquinas) com um pedido DHCP Os servidores DHCP que capturarem este pacote irão responder (se o cliente se enquadrar numa série de critérios — ver abaixo) com um pacote com configurações onde constará, pelo menos, um endereço IP, uma máscara de rede e outros dados opcionais, como o gateway, servidores de DNS, etc.

DiffServ Codepoint

DiffServ codepoint refers to the first six bits of the TOS byte to define how specific packets should be moved through the network. This model was developed to provide simple differentiation of traffic such that the relative priority could be determined on a hop-by-hop basis as opposed to maintaining end-to-end flow states that consume network resources. Multiple queuing mechanisms provide differentiated forwarding of traffic. Traffic is classified and then assigned to a behavior aggregate by marking the DS field with a DSCP (Differentiated Services Code Point). The definition and format of the DS field is described in RFC2474. The DSCP then triggers a per-hop behavior (PHB) from the components of the network. DiffServ reclaims the TOS byte and uses the first 6 bits to mark the DSCP, which is then mapped to the PHB

DMZ

demilitarized zone, a computer or small subnetwork that sits between a trusted internal network, such as a corporate private LAN, and an untrusted external network, such as the public Internet. Typically, the DMZ contains devices accessible to Internet traffic, such as Web (HTTP ) servers, FTP servers, SMTP (e-mail) servers and DNS servers.

DNS

O DNS (Domain Name System - Sistema de Nomes de Domínios) é um sistema de gerenciamento de nomes hierárquico e distribuído operando segundo duas definições: * Examinar e atualizar seu banco de dados. * Resolver nomes de servidores em endereços de rede (IPs). O sistema de distribuição de nomes de domínio foi introduzido em 1984 e com ele os nomes de hosts residentes em um banco de dados pôde ser distribuído entre servidores múltiplos, baixando assim a carga em qualquer servidor que provê administração no sistema de nomeação de domínios. Ele baseia-se em nomes hierárquicos e permite a inscrição de vários dados digitados além do nome do host e seu IP. Em virtude do banco de dados de DNS ser distribuído, seu tamanho é ilimitado e o desempenho não degrada tanto quando se adiciona mais servidores nele. A implementação do DNS-Berkeley, foi desenvolvido originalmente para o sistema operacional BSD UNIX 4.3. A implementação do Servidor de DNS Microsoft se tornou parte do sistema operacional Windows NT na versão Server 4.0. O DNS passou a ser o serviço de resolução de nomes padrão a partir do Windows 2000 Server Como a maioria das implementações de DNS teve suas raízes nas RFCs 882 e 883, e foi atualizado nas RFCs 1034 e 1035. O servidor DNS traduz nomes para os endereços IP e endereços IP para nomes respectivos, e permitindo a localização de hosts em um domínio determinado. Num sistema livre o serviço é implementado pelo software BIND. Esse serviço geralmente se encontra localizado no servidor DNS primário. O servidor DNS secundário é uma espécie de cópia de segurança do servidor DNS primário. Quando não é possível encontrar um domínio através do servidor primário o sistema tenta resolver o nome através do servidor secundário. Existem 13 servidores DNS raiz no mundo todo e sem eles a Internet não funcionaria. Destes, dez estão localizados nos Estados Unidos da América, um na Ásia e dois na Europa. Para Aumentar a base instalada destes servidores, foram criadas Réplicas localizadas por todo o mundo, inclusive no Brasil desde 2003. Ou seja, os servidores de diretórios responsáveis por prover informações como nomes e endereços das máquinas são normalmente chamados servidores de nomes. Na Internet, os serviços de nomes usado é o DNS, que apresenta uma arquitetura cliente/servidor, podendo envolver vários servidores DNS na resposta a uma consulta.

DoS / DdoS

A denial-of-service attack (DoS attack) or distributed denial-of-service attack (DDoS attack) is an attempt to make a computer resource unavailable to its intended users. Although the means to, motives for, and targets of a DoS attack may vary, it generally consists of the concerted, malevolent efforts of a person or persons to prevent an Internet site or service from functioning efficiently or at all, temporarily or indefinitely. Perpetrators of DoS attacks typically target sites or services hosted on high-profile web servers such as banks, credit card payment gateways, and even DNS root servers. One common method of attack involves saturating the target (victim) machine with external communications requests, such that it cannot respond to legitimate traffic, or responds so slowly as to be rendered effectively unavailable. In general terms, DoS attacks are implemented by: * forcing the targeted computer(s) to reset, or consume its resources so that it can no longer provide its intended service; or, * obstructing the communication media between the intended users and the victim so that they can no longer communicate adequately. Denial-of-service attacks are considered violations of the IAB's Internet proper use policy. They also commonly constitute violations of the laws of individual nations. Um ataque de negação de serviço (também conhecido como DoS, um acrônimo em inglês para Denial of Service), é uma tentativa em tornar os recursos de um sistema indisponíveis para seus utilizadores. Alvos típicos são servidores web, e o ataque tenta tornar as páginas hospedadas indisponíveis na WWW. Não se trata de uma invasão do sistema, mas sim da sua invalidação por sobrecarga. Os ataques de negação de serviço são feitos geralmente de duas formas: * Forçar o sistema vítima a reinicializar ou consumir todos os seus recursos (como memória ou processamento por exemplo) de forma que ele não pode mais fornecer seu serviço. * Obstruir a mídia de comunicação entre os utilizadores e o sistema vítima de forma a não comunicarem-se adequadamente.

DPD

Dead Peer Detection (DPD) is a method of detecting a dead Internet Key Exchange (IKE) peer. The method uses IPsec traffic patterns to minimize the number of messages required to confirm the availability of a peer. DPD is used to reclaim the lost resources in case a peer is found dead and it is also used to perform IKE peer failover.

DSL

Digital Subscriber Line (simplesmente DSL ou ainda xDSL) é uma família de tecnologias que fornecem um meio de transmissão digital de dados, aproveitando a rede telefónica que chega à maioria das residências. As velocidades típicas de download de uma linha DSL variam de 128 kilobits por segundo (kbps) até 24 Mbits/s dependendo da tecnologia implementada e oferecida aos clientes. As velocidades de upload são menores do que as de download para o ADSL e são iguais para o caso do SDSL.

DSP

DSPs (do inglês Digital Signal Processor) são microprocessadores especializados em processamento digital de sinal usados para processar sinais de áudio, vídeo, etc., quer em tempo real quer em off-line. Um dos usos do DSP que chamaram a atenção da midia foi a proposta do cancelamanto de ruídos: através do sistema proposto um dispositivo captaria o ruído ambiente e geraria um "anti-ruído", com as ondas simétricas: a cada vale corresponderia um pico e vice-versa. Assim poderia se cancelar o ruído de um ambiente, por exemplo, dentro de um automóvel. Outra grande característica do DSP é sua alta velocidade comparada a outros microcontroladores. Sua velocidade é medida em mips (million instruction per second). Os DSPs ganharam popularidade na electrônica de consumo em aparelhos como os teclados, que sintetizam os sons de diversos instrumentos, como por exemplo os órgão de tubos, o piano e o violão. A capacidade que os DSPs têm de repetir (com uma instrução prévia, por exemplo "RPT") em extrema velocidade uma instrução complexa (como por exemplo a "MPYA": "Multiply and Accumulate Previous Product") faz com que sejam rapidamente resolvidas, por exemplo, as Transformadas Rápidas de Fourier (FFT), permitindo a implementação de filtros digitais. Estes filtros são muito usados em telecomunicações, por exemplo para decodificar a sinalização (DTMF, MFC, etc).

DTMF

DTMF é a sigla de "Dual Tone MultiFrequential", os tons de duas freqüências utilizados na discagem dos telefones mais modernos. Nos primeiros telefones a discagem era feita através de um "disco" que gerava uma seqüência de pulsos na linha telefônica ("discagem decádica" ou "discagem usando sinalização decádica"). Ao se ocupar a linha, o "laço" ("loop") era fechado e, ao se efetuar a discagem, ocorriam aberturas periódicas deste "laço", tantas vezes quanto o número discado: para a discagem do 1, uma abertura, para a discagem do 2, duas aberturas, e assim sucessivamente até o 0 (zero)que, na verdade, significava 10 aberturas. Com o advento dos telefones com teclado, das centrais telefônicas mais modernas e com a disseminação dos filtros (primeiro os analógicos, depois os digitais), passou-se a utilizar a sinalização multifreqüêncial, uma combinação de tons (os DTMFs vulgarmente conhecidos em inglês por touch tones) para discagem. A sinalização DTMF foi desenvolvida nos laboratórios Bell (Bell Labs) visando permitir a discagem DDD, que usa enlaces sem fio como os de micro-ondas e por satélite. As freqüências destes tons e suas combinações são mostradas na tabela abaixo: Tabela DTMF Hz 1209 1336 1477 1633 697 1 2 3 A 770 4 5 6 B 852 7 8 9 C 941 * 0 # D Na tabela acima são mostradas as freqüências "altas" na linha superior e as baixas na coluna mais à esquerda. No centro o números do teclado. Nos teclados dos telefones são mostrados apenas os números de 1 até 0 e os caracteres "*" e "#". A freqüência de 1633 hertz (e conseqüentemente os algarismos "A", "B", "C" e "D") é utilizada apenas internamente entre equipamentos de teste e medida. O tom de discagem final, que é enviado à central, é a freqüência obtida do batimento da freqüência alta e baixa de uma certa tecla, por exemplo, para a tecla 5 o tom enviado é a soma de uma senóide na freqüência de 1336Hz com uma outra senóide de 770Hz. Na central o sinal elétrico é constantemente analisado para detectar a presença simultânea de uma das freqüências baixas e uma das freqüências altas, quando então a tecla do cruzamento destas duas freqüências é identificada pela central. A escolha destas freqüências se deve principalmente pela baixa probabilidade de se produzir estas combinações de freqüências com a voz humana.

Dynamic DNS

Short for dynamic Domain Name System, a method of keeping a domain name linked to a changing IP address as not all computers use static IP addresses. Typically, when a user connects to the Internet, the user's ISP assigns an unused IP address from a pool of IP addresses, and this address is used only for the duration of that specific connection. This method of dynamically assigning addresses extends the usable pool of available IP addresses. A dynamic DNS service provider uses a special program that runs on the user's computer, contacting the DNS service each time the IP address provided by the ISP changes and subsequently updating the DNS database to reflect the change in IP address. In this way, even though a domain name's IP address will change often, other users do not have to know the changed IP address in order to connect with the other computer.

   

Failover / Failback

Failover is the process of temporarily switching production to a backup facility (normally your recovery site) following a scheduled maintenance period or a disaster at your production (or local) site. A failover operation is always followed by a failback operation, which is the process of returning production to its original location. These operations use remote mirror and copy functions to reduce the time that is required to synchronize volumes after switching sites during planned or unplanned outages.

Firewall

Firewall é o nome dado ao dispositivo de uma rede de computadores que tem por objetivo aplicar uma política de segurança a um determinado ponto de controle da rede. Sua função consiste em regular o tráfego de dados entre redes distintas e impedir a transmissão e/ou recepção de acessos nocivos ou não autorizados de uma rede para outra. Este conceito inclui os equipamentos de filtros de pacotes e de proxy de aplicações, comumente associados a redes TCP/IP. Existe na forma de software e hardware, ou na combinação de ambos (neste caso, normalmente é chamado de "appliance"). A complexidade de instalação depende do tamanho da rede, da política de segurança, da quantidade de regras que autorizam o fluxo de entrada e saída de informações e do grau de segurança desejado.

FTP

File Transfer Protocol, the protocol for exchanging files over the Internet. FTP works in the same way as HTTP for transferring Web pages from a server to a user's browser and SMTP for transferring electronic mail across the Internet in that, like these technologies, FTP uses the Internet's TCP/IP protocols to enable data transfer. FTP is most commonly used to download a file from a server using the Internet or to upload a file to a server (e.g., uploading a Web page file to a server).

FXO

FXO (Foreign eXchange Office) é uma interface que recebe sinalização da operadora (STFC) ou de uma central telefônica PABX. FXS e FXO são as portas usadas por linhas de telefonia analógica (também conhecidas por POTS – Sistema de Telefonia Tradicional. FXO stands for Foreign eXchange Office. FXO ports connect the Plain Old Telephone Service (POTS) or the telephone company’s line to the PBX system. FXO ports connect your computer to Public Switched Telephone Network (PSTN) telephone lines. An FXO adapter makes use of your telephone company’s subscription line to provide telephony functions to your computer – this is also a cheaper alternative to expensive VoIP systems. FXO modules receive the signal coming from your POTS and transmit it to your network of IP telephones and VoIP applications.

FXS

O FXS (Foreign eXchange Subscriber) é uma interface que fornece sinalização para um telefone analógico ou digital. FXS e FXO são as portas usadas por linhas de telefonia analógica (também conhecidas por POTS – Sistema de Telefonia Tradicional. FXS stands for Foreign eXchange Subscriber/System. FXS ports connect to the subscriber’s equipments – analog telephones, fax machines, modems, etc. to an IP network. FXS ports will deliver battery power, dial tone and ringing to the equipments. So if you have 15 analog telephones that you want to connect to your VoIP setup, you will need 15 FXS ports or modules. The FXS interfaces uses FXO signaling. Important: FXS modules have a 1:1 ratio for analog devices (standard telephones with RJ-11 ports and FAX machines). This means every one analog device must have an equivalent FXS module assigned to it. Also, the power connector found on base cards should be connected to your power supply when using FXS modules.

   

G.168

Cancalamento de eco na linha. The ITU G.168 specification was developed to address and standardize the performance of echo cancellers in the PSTN. This specification strictly limits the convergence time, allowed residual echo, tolerance for varying signal levels, and allowed divergence in the presence of destabilizing narrow-band energy. It also specifies the required performance of any additional non-linear processing such as clamping and/or suppression, ability to handle data communication, and disabling signals such as the modem 'ANSam' tone. Addendums in 2000 and 2003 further restricted and quantified the requirements for compliance. The ITU G.168 Recommendation and subsequent addendums may be found at the ITU web site.

G.711

Descreve a técnica de codificação para voz em PCM 64 Kbps. É feito através de PBX ou PSTN. G.711 is an ITU-T standard for audio companding. It is primarily used in telephony. The standard was released for usage in 1972. G.711 represents logarithmic pulse-code modulation (PCM) samples for signals of voice frequencies, sampled at the rate of 8000 samples/second. There are two main compression algorithms defined in the standard, the µ-law algorithm (used in North America & Japan) and A-law algorithm (used in Europe and the rest of the world). Both are logarithmic, but A-law was specifically designed to be simpler for a computer to process. The standard also defines a sequence of repeating code values which defines the power level of 0 dB. The µ-law and A-law algorithms encode 14-bit and 13-bit signed linear PCM samples (respectively) to logarithmic 8-bit samples. Thus, the G.711 encoder will create a 64 kbit/s bitstream for a signal sampled at 8 kHz. G.711, also known as Pulse Code Modulation (PCM), is a very commonly used waveform codec. G.711 uses a sampling rate of 8,000 samples per second, with the tolerance on that rate 50 parts per million (ppm). Non-uniform quantization with 8 bits is used to represent each sample, resulting in a 64 kbps bit rate. There are two slightly different versions; U-law, which is used primarily in North America, and A-law, which is in use in most other countries outside North America. G.711 mu-law tends to give more resolution to higher range signals while G.711 A-law provides more quantization levels at lower signal levels. When using mu-law G.711 in networks where suppression of the all 0 character signal is required, the character signal corresponding to negative input values between decision values numbers 127 and 128 should be 00000010 and the value at the decoder output is -7519. The corresponding decoder output value number is 125.

G.723.1

G.723.1 is an audio codec for voice that compresses voice audio in 30 ms frames. An algorithmic look-ahead of 7.5 ms duration means that total algorithmic delay is 37.5 ms. Note that this is a completely different codec from G.723. There are two bit rates at which G.723.1 can operate: * 6.3 kbit/s (using 24 byte frames) using a MPC-MLQ algorithm (MOS 3.9) * 5.3 kbit/s (using 20 byte frames) using an ACELP algorithm (MOS 3.62) G.723.1 is mostly used in Voice over IP (VoIP) applications due to its low bandwidth requirement. Music or tones such as DTMF or fax tones cannot be transported reliably with this codec, and thus some other method such as G.711 or out-of-band methods should be used to transport these signals. The complexity of the algorithm is below 16 MIPS. 2.2 kilobytes of RAM is needed for codebooks.

G.726

G.726 is an ITU-T ADPCM speech codec standard covering the transmission of voice at rates of 16, 24, 32, and 40 kbit/s. It was introduced to supersede both G.721, which covered ADPCM at 32 kbit/s, and G.723, which described ADPCM for 24 and 40 kbit/s. G.726 also introduced a new 16 kbit/s rate. The four bit rates associated with G.726 are often referred to by the bit size of a sample, which are 2-bits, 3-bits, 4-bits, and 5-bits respectively. The most commonly used mode is 32 kbit/s, since this is half the rate of G.711, thus increasing the usable network capacity by 100%. It is primarily used on international trunks in the phone network. It also is the standard codec used in DECT wireless phone systems and is used on some Canon cameras. G.721 was introduced in 1984, while G.723 was introduced in 1988. They were folded into G.726 in 1990. G.727 was introduced at the same time as G.726, and includes the same bit rates, but is optimized for PCME (Packet Circuit Multiplex Equipment environment). This is achieved by embedding 2-bit quantizer to 3-bit quantizer and same for the higher modes. This allows dropping of the least significant bit from the bit stream without adverse effects on speech signal.

G.729

G.729a is an audio data compression algorithm for voice that compresses voice audio in chunks of 10 milliseconds. G.729a is compatible with G.729, but requires less computation. This lower complexity is not free since speech quality is marginally worsened. The codec was developed by a consortium of organisations: France Telecom, Mitsubishi Electric Corporation, Nippon Telegraph and Telephone Corporation (NTT), and Université de Sherbrooke. The intellectual property rights (IPR) for this codec are maintained by SIPRO (http://www.sipro.com/).

G.dmt

In telecommunications, ITU G.992.1 (better known as G.DMT) is an ITU standard for ADSL using discrete multitone modulation. G.DMT full-rate ADSL expands the usable bandwidth of existing copper telephone lines, delivering high-speed data communications at rates up to 12 Mbit/s downstream and 1.3 Mbit/s upstream.

G.dmt bis

The new ITU ADSL standard G.dmt.bis (ADSL2) increases the maximum downstream data rate to approximately 12 Mbps in its basic form, and with minor enhancements in transmission technology, G.dmt.bis extends ADSL's meaningful reach by 5-10%.

G.Lite

G.Lite is the informal name for what is now a standard way to install Asymmetric Digital Subscriber Line (ADSL) service. Also known as Universal ADSL, G.Lite makes it possible to have Internet connections to home and business computers at up to 1.5 Mbps (millions of bits per second) over regular phone lines. Even at the lowest downstream rate generally offered of 384 Kbps (thousands of bits per second), G.Lite is about seven times faster than regular phone service with a V.90 modem and three times faster than an Integrated Services Digital Network (ISDN) connection. Upstream speeds from the computer are at up to 128 Kbps. (Theoretical speeds for ADSL are much higher, but the data rates given here are what is realistically expected.) With G.Lite, your computer's analog-to-digital modem is replaced with an "ADSL modem." and the transmission from the phone company is digital rather than the analog tranmission of "plain old telephone service." G.Lite is also known as "splitterless DSL" because, unlike other DSL technologies, it does not require that a technician come to install a splitter, a device that separates voice from data signals, at the home or business (sometimes referred to as "the truck roll"). The G.Lite standard was developed by the Universal ADSL Working Group, whose members include major phone companies in the U.S. and globally, including Ameritech, Bell Atlantic, BellSouth, GTE, MCI, USWest, Sprint, SBC Communications, Deutsche Telekom, France Telecom, British Telecommunications, Singapore Telecom, and Nippon Telegraph and Telephone. Microsoft, Intel, and Compaq are also represented in the Working Group.

   

ICMP

Short for Internet Control Message Protocol, an extension to the Internet Protocol (IP) defined by RFC 792. ICMP supports packets containing error, control, and informational messages. The PING command, for example, uses ICMP to test an Internet connection.

IKE

The Internet Key Exchange (IKE) protocol is a key management protocol standard that is used in conjunction with the IPSec standard. IKE enhances IPSec by providing additional features, flexibility, and ease of configuration for the IPSec standard. IPSec can however, be configured without IKE. Benefits provided by IKE include: * Eliminates the need to manually specify all the IPSec security parameters in the crypto maps at both peers. * Allows you to specify a lifetime for the IPSec security association. * Allows encryption keys to change during IPSec sessions. * Allows IPSec to provide anti-replay services. * Permits Certification Authority (CA) support for a manageable, scalable IPSec implementation. * Allows dynamic authentication of peers.

IM

O Instant messaging converteu-se na última ferramenta de comunicação, tanto no âmbito doméstico como no trabalho. Graças a ele  os empregados têm acesso a comunicações em tempo real, mas ao mesmo tempo isso significa que as empresas agora se vêem às voltas com empregados que podem trocar informação e ficheiros tanto fora quanto dentro da rede da empresa.  Esta prática deixa as suas redes abertas a possíveis ataques ou proliferação de vírus ou código malicioso”, explicou Tom Buoniello, vice-presidente gestão de produto da Sybari Software, Inc.  “Na Sybari, constatamos este problema crescente e estamos proporcionando às empresas a solução de que precisam para proteger as suas redes de perigosas ameaças potenciais geradas pelo serviço de mensagens em tempo real.” 

Ipsec

Short for IP Security, a set of protocols developed by the IETF to support secure exchange of packets at the IP layer. IPsec has been deployed widely to implement Virtual Private Networks (VPNs). IPsec supports two encryption modes: Transport and Tunnel. Transport mode encrypts only the data portion (payload) of each packet, but leaves the header untouched. The more secure Tunnel mode encrypts both the header and the payload. On the receiving side, an IPSec-compliant device decrypts each packet. For IPsec to work, the sending and receiving devices must share a public key. This is accomplished through a protocol known as Internet Security Association and Key Management Protocol/Oakley (ISAKMP/Oakley), which allows the receiver to obtain a public key and authenticate the sender using digital certificates

   

JITTER BUFFER

In voice over IP (VoIP), a jitter buffer is a shared data area where voice packets can be collected, stored, and sent to the voice processor in evenly spaced intervals. Variations in packet arrival time, called jitter, can occur because of network congestion, timing drift, or route changes. The jitter buffer, which is located at the receiving end of the voice connection, intentionally delays the arriving packets so that the end user experiences a clear connection with very little sound distortion. There are two kinds of jitter buffers, static and dynamic. A static jitter buffer is hardware-based and is configured by the manufacturer. A dynamic jitter buffer is software-based and can be configured by the network administrator to adapt to changes in the network's delay. Jitter é uma variação estatística do retardo na entrega de dados em uma rede, ou seja, pode ser definida como a medida de variação do atraso entre os pacotes sucessivos de dados. Observa-se ainda que, uma variação de atraso elevada produz uma recepção não regular dos pacotes. Logo, uma das formas de minimizar a variação de atraso é a utilização de buffer, onde esse buffer vai armazenando os dados a medida que eles chegam e os encaminham para a aplicação a uma mesma cadência. Ocorre nos momentos onde este passa pelo valor zero, sendo bastante crítica nos sistemas que operam com modulação em fase.

L2TP

Layer Two (2) Tunneling Protocol, an extension to the PPP protocol that enables ISPs to operate Virtual Private Networks (VPNs). L2TP merges the best features of two other tunneling protocols: PPTP from Microsoft and L2F from Cisco Systems. Like PPTP, L2TP requires that the ISP's routers support the protocol.

Lan-to-Lan VPN

LAN-to-LAN VPNs are used to connect two geographically separate offices together. A good example of this would be regional office having a LAN-to-LAN VPN connection to its head office. To a user in the regional office it would appear that their PC is connected directly to the head office network. Enabling them to use all of the head offices network resources, such as file servers and email servers. A device located at each site would control and maintain the LAN-to-LAN connection.

LLQ

The Low Latency Queueing feature brings strict priority queueing to Class-Based Weighted Fair Queueing (CBWFQ)

Load Balacing

In computer networking, load balancing is a technique (usually performed by load balancers) to spread work between two or more computers, network links, CPUs, hard drives, or other resources, in order to get optimal resource utilization, throughput, or response time. Using multiple components with load balancing, instead of a single component, may increase reliability through redundancy. The balancing service is usually provided by a dedicated program or hardware device (such as a multilayer switch).

   

MD5

An algorithm created in 1991 by Professor Ronald Rivest that is used to create digital signatures. It is intended for use with 32 bit machines and is safer than the MD4 algorithm, which has been broken. MD5 is a one-way hash function, meaning that it takes a message and converts it into a fixed string of digits, also called a message digest. When using a one-way hash function, one can compare a calculated message digest against the message digest that is decrypted with a public key to verify that the message hasn't been tampered with. This comparison is called a "hashcheck."

MGCP

MGCP é um acrónimo para a expressão inglesa Media Gateway Control Protocol, um protocolo proposto pelo grupo de trabalho IETF (Internet Engineer Task Force) para integração da arquitetura SS#7 em redes VOIP. Embora o SS#7 se encontre presente na telefonia tradicional, o MGCP especifica com redes IP, Frame Relay e ATM. O sistema é composto por um Call Agent, pelo menos um media gateway (MG), responsável pela conversão dos sinais entre circuitos e pacotes, e pelo menos um signaling gateway (SG), quando conectado a um PSTN. Durante a evolução do MGCP, o trabalho cooperativo de grupos do ITU-T e do IETF resultou na recomendação H.248, definida também com o protocolo Megaco (IETF), através do RFC 3015.

MPOA

Short for Multiprotocol Over ATM, a specification that enables ATM services to be integrated with existing local-area networks (LANs) that use Ethernet, token-ring or TCP/IP protocols. The goal of MPOA is to allow different LANs to send packets to each other via an ATM backbone. Unlike other techniques, such as LAN Emulation (LANE), which operates at level 2 of the OSI Reference Model, MPOA operates at Level 3.

   

NAT

Em redes de computadores, NAT, Network Address Translation, também conhecido como masquerading é uma técnica que consiste em reescrever os endereços IP de origem de um pacote que passam por um router ou firewall de maneira que um computador de uma rede interna tenha acesso ao exterior (rede pública).

NTP

O NTP é um protocolo para sincronização dos relógios dos computadores baseado no UDP (TCP/IP), ou seja, ele define um jeito para um grupo de computadores conversar entre si e acertar seus relógios, baseados em alguma fonte confiável de tempo. Com o NTP é fácil manter o relógio do computador sempre com a hora certa, com exatidão por vezes melhor que alguns milésimos de segundo

   

P2P

Peer-to-Peer(P2P) é uma tecnologia que permite que qualquer dispositivo capaz de comunicar também seja capaz de fornecer serviços a qualquer outro dispositivo capaz de comunicar. Um dispositivo numa rede P2P pode permitir o acesso a qualquer tipo de recurso que possui ao seu dispor, sejam documentos, capacidade de armazenamento, capacidade de processamento ou mesmo o seu operador humano. Embora P2P possa parecer um pouco irrealista, a tecnologia é um extensão natural da filosofia da robustez através da descentralização da Internet. Assim como a Internet fornece serviços de nomes (DNS), servidores de documentos, de email e outros espalhando a responsabilidade por milhares de servidores, P2P tem a capacidade de possibilitar o novo conjunto de aplicações poderosas através da partilha de recursos espalhados por todos os cantos da Internet. 1) Limewire (18.33%) 2) uTorrent (3.37%) 3) Azureus (3.11%) 4) BitTorrent (2.48%) 5) BitComet (2.27%) 6) Opera (2.25%) 7) Ares (2.16%) 8) BearShare (1.57%) 9) BitLord (1.38%) 10) Shareaza (1.37%)

Packet Filtering

Also referred to as static packet filtering. Controlling access to a network by analyzing the incoming and outgoing packets and letting them pass or halting them based on the IP addresses of the source and destination. Packet filtering is one technique, among many, for implementing security firewalls.

PAP

Password Authentication Protocol, the most basic form of authentication, in which a user's name and password are transmitted over a network and compared to a table of name-password pairs. Typically, the passwords stored in the table are encrypted. The Basic Authentication feature built into the HTTP protocol uses PAP. The main weakness of PAP is that both the username and password are transmitted "in the clear" -- that is, in an unencrypted form. Contrast with CHAP.

PAT

Short for port address translation, a type of network address translation. During PAT, each computer on LAN is translated to the same IP address, but with a different port number assignment. PAT is also referred to as overloading, port-level multiplexed NAT or single address NAT.

PFS

Perfect Forward Secrecy. A key-establishment protocol, used to secure VPN communications. If one encryption key is compromised only data encrypted by that specific key is compromised. For perfect forward secrecy (PFS) to exist the key used to protect transmission of data must not be used to derive any additional keys.

PKI

Public Key Infrastructure, a system of digital certificates, Certificate Authorities, and other registration authorities that verify and authenticate the validity of each party involved in an Internet transaction. PKIs are currently evolving and there is no single PKI nor even a single agreed-upon standard for setting up a PKI. However, nearly everyone agrees that reliable PKIs are necessary before electronic commerce can become widespread. A PKI is also called a trust hierarchy.

PPP

Point-to-Point Protocol, a method of connecting a computer to the Internet. PPP is more stable than the older SLIP protocol and provides error checking features. Working in the data link layer of the OSI model, PPP sends the computer's TCP/IP packets to a server that puts them onto the Internet.

PPPoA

PPPOA or PPPoA, Point-to-Point Protocol (PPP) over ATM, is a network protocol for encapsulating PPP frames in ATM AAL5. It is used mainly with cable modem, DSL and ADSL services. It offers standard PPP features such as authentication, encryption, and compression. If it is used as the connection encapsulation method on an ATM based network it can reduce overhead slightly (around 0.58%) in comparison to PPPoE. It also avoids the issues that PPPoE suffers from, related to having a MTU lower than that of standard Ethernet transmission protocols. It also supports (as does PPPoE) the encapsulation types: VC-MUX and LLC based. PPPoA is specified in RFC 2364

PPPoE

PPPoE (Point-to-Point Protocol over Ethernet) é um protocolo que permite a ligação de utlizadores de uma rede Ethernet à Internet. A sus utlização é típico nas ligações de um ou múltiplos utilizadores de uma rede LAN à Internet, através de uma linha DSL, de um dispositivo wireless (sem fio) ou de um modem de cabo. O protocolo PPPoE deriva do protocolo PPP. O PPPoE estabelece a sessão e realiza a autenticação com o ISP (provedor de acesso a Internet)

PPPoE pass-through

Essentially this enables an rfc1483 bridge mode in the modem so the PPPoE process occurs in the connected device, eg a firewall router or one PC. If you are using the modem connected to a separate router, and you want the router to do the PPP login, then activate this mode. If your PC's are connected directly to the modem/router or through a switch, don't activate this mode - enter your ISP's PPPoE login details directly into the mode/router.

PPTP

The Point-to-Point Tunneling Protocol (PPTP) is a method for implementing virtual private networks. Layer 2 Tunneling Protocol (L2TP)[1] or IPSec are the standards-based replacements for PPTP.

Protocolo AAA

Em segurança da informação, o termo protocolos AAA é uma referência aos protocolos relacionados com os procedimentos de autenticação, autorização e acompanhamento do uso de recursos pelos usuários (accounting).

PVC

Permanent Virtual Circuit

   

QoS

Quality of Service - Em redes de comutação de pacotes refere-se à garantia de largura de banda ou, como em muitos casos, é utilizada informalmente para referir a probabilidade de um pacote circular entre dois pontos de rede.

   

RADIUS

(Remote Authentication Dial In User Service) é um protocolo AAA para aplicações para acesso à rede de computadores e mobilidade através de rede IP.

RADSL

Rate-adaptive DSL (RADSL): é uma variação da tecnologia ADSL. O modem RADSL ajusta a velocidade de upstream dependendo da distância e da qualidade da linha entre o DCE (central) e o DTE (modem), com a tentativa de manter uma boa velocidade de downstream. Quando o modem RADSL conecta, a banda de upstream é ajustada ao criar uma maior faixa de freqüência para downstream. Usando esta técnica, a linha é mais tolerante a erros causados pelo ruído e pela perda do sinal. Como é ajustada a freqüência, largura da banda upstream pode ser diminuída notadamente se houver uma grande quantidade de ruído na linha ou perca de sinal - isto pode reduzir a largura da banda upstream para 64 kbit/s - a mesma velocidade de um único canal ISDN.

RDIS

RDIS (acrónimo para Rede Digital Integrada de Serviços ou Rede Digital com Integração de Serviços) ou RDSI (Rede Digital de Serviços Integrados), traduções alternativas do inglês ISDN (Integrated Service Digital Network) (conhecida popularmente como Linha Dedicada), é uma tecnologia que usa o sistema telefónico comum. O ISDN já existe há algum tempo, sendo consolidado nos anos de 1984 e 1986, sendo umas das pioneiras na tecnologia xDSL. A conexão pode ser realizada até uma taxa de transmissão de 128Kbps, através de duas linhas de até 64 Kbps, que são usadas tanto para conexão com a Internet quanto para chamadas telefónicas de voz normais. É possível efetuar a conexão em apenas 64Kbps e deixando a outra linha disponível para chamadas de voz. Caso esteja conectado a 128 Kbps, ou seja, usando as duas linhas, não será possível realizar ou receber chamadas telefónicas. É possível também fazer duas chamadas telefónicas simultâneas, cada uma usando uma linha de 64 Kbps. Esta taxa 128Kbps ocorre pelo fato da comunicação com a central telefônica ocorrer de forma digital em todo o percurso, ao invés de forma analógica. Isto é explicado da seguinte forma: a largura de banda de uma linha analógica comum é de 4KHz, e numa linha ISDN este valor é de 128Kbps, fazendo com que os 4KHz de sinal não existam mais, pois a linha conectada com a central de telefonia não trabalha com sinais analógicos.

RED

Random early detection (RED), also known as random early discard or random early drop is an active queue management algorithm. It is also a congestion avoidance algorithm. In the traditional tail drop algorithm, a router or other network component buffers as many packets as it can, and simply drops the ones it cannot buffer. If buffers are constantly full, the network is congested. Tail drop distributes buffer space unfairly among traffic flows. Tail drop can also lead to TCP global synchronization as all TCP connections "hold back" simultaneously, and then step forward simultaneously. Networks become under-utilized and flooded by turns. RED addresses these issues. It monitors the average queue size and drops (or marks when used in conjunction with ECN) packets based on statistical probabilities. If the buffer is almost empty, all incoming packets are accepted. As the queue grows, the probability for dropping an incoming packet grows too. When the buffer is full, the probability has reached 1 and all incoming packets are dropped. RED is considered more fair than tail drop. The more a host transmits, the more likely it is that its packets are dropped. Early detection helps avoid global synchronization. RED makes Quality of Service (QoS) differentiation impossible. Weighted RED (WRED) and RED In/Out (RIO) provide early detection with some QoS considerations.

RFC 3842

A Message Summary and Message Waiting Indication Event Package for the Session Initiation Protocol (SIP)

Routing RIP

The Routing Information Protocol (RIP) was one of the most commonly used interior gateway protocol (IGP) routing protocols on internal networks (and to a lesser extent, networks connected to the Internet), which helps routers dynamically adapt to changes of network connections by communicating information about which networks each router can reach and how far away those networks are. Although RIP is still actively used, it is generally considered to have been made obsolete by routing protocols such as OSPF and IS-IS. Nonetheless, a somewhat more capable protocol in the same basic family (distance-vector routing protocols), was Cisco's proprietary (IGRP) Interior Gateway Routing Protocol. Cisco does not support IGRP in current releases of its software. It was "replaced" by EIGRP, the Enhanced Interior Gateway Routing Protocol, which is a completely new design. While EIGRP is still technically distance vector, it relates to IGRP only in having a similar name. RIP is sometimes said to stand for Rest in Pieces in reference to the reputation that RIP has for breaking unexpectedly, rendering a network unable to function. RIPv1, defined in RFC 1058, uses classful routing. The periodic routing updates do not carry subnet information, lacking support for variable length subnet masks (VLSM). This limitation makes it impossible to have different-sized subnets inside of the same network class. In other words, all subnets in a network class must be the same size. There is also no support for router authentication, making RIPv1 slightly vulnerable to various attacks. Due to the above deficiencies of RIPv1, RIPv2 was developed in 1994 and included the ability to carry subnet information, thus supporting Classless Inter-Domain Routing (CIDR). However to maintain backwards compatibility the 15 hop count limit remained. Rudimentary plain text authentication was added to secure routing updates; later, MD5 authentication was defined in RFC 2082. Also, in an effort to avoid waking up hosts that do not participate in the routing protocol, RIPv2 multicasts routing updates to 224.0.0.9, as opposed to RIPv1 which uses broadcast. RIPv2 is specified in RFC 2453

RTP

Em ciência da computação, RTP (do inglês Real Time Protocol) é um protocolo de redes utilizado em aplicações de tempo real como, por exemplo, entrega de dados áudio ponto-a-ponto, como Voz sobre IP. Define como deve ser feita a fragmentação do fluxo de dados áudio, adicionando a cada fragmento informação de sequência e de tempo de entrega. O controle é realizado pelo RTCP - Real Time Control Protocol. Ambos utilizam o UDP como protocolo de transporte, o qual não oferece qualquer garantia que os pacotes serão entregues num determinado intervalo. Os protocolos RTP/RTCP são definidos pela RFC 3550 do IETF (Internet Engineering Task Force).

   

SIP

O SIP é um protocolo em modo texto semelhante ao HTTP ou ao SMTP Permite o estabelecimento de uma ligação interactiva (uma sessão), em tempo real, entre utilizadores, em redes IP. Esta ligação pode incluir voz, vídeo, chat, jogos interactivos e realidade virtual. O SIP surgiu em 1995, no IETF mmusic Workgroup, sendo publicado o 1º Draft em 1996.

SMPN

O protocolo SMPN (do inglês Simple Network Management Protocol - Protocolo de Gerência Simples de Rede) é um protocolo de gerência típica de redes TCP/IP, da camada de aplicação, que facilita o intercâmbio de informação entre os dispositivos de rede, como placas e comutadores (em inglês: switches). O SNMP possibilita aos administradores de rede gerenciar o desempenho da rede, encontrar e resolver seus eventuais problemas, e fornecer informações para o planejamento de sua expansão, dentre outras. O software de gerência de redes segue o modelo cliente-servidor convencional: uma aplicação 'servidora' na máquina cliente e uma aplicação 'cliente' no dispositivo de rede a ser analisado ou monitorado. Para evitar confusão com outras aplicações de rede, os sistemas de gerência de redes evitam os termos 'cliente' e 'servidor' e optam por usar "gerente" para a aplicação servidora e "agente" para a aplicação cliente que roda no dispositivo de rede.

Stateful Packet Inspection

When an IP packet arrives at the firewall from the Internet, the firewall must decide if it should be forwarded to the internal network. In order to accomplish this the firewall "looks" to see what connections have been opened from the inside of the network to the Internet. If there is a connection open that applies to the packet that has arrived from the Internet then it will be allowed through, otherwise it will be rejected. This is known as stateful packet inspection. The firewall looks at the source and destination IP addresses, the source and destination ports and the sequence numbers to decide if the packet belongs to a current open connection. The InterGate performs stateful packet inspection and only allows traffic into the network on connections opened from inside the network or on services explicitly opened by the administrator.

STFC

Serviço Telefônico Fixo Comutado. É o serviço de telecomunicações que, por meio da transmissão de voz e de outros sinais, destina-se à comunicação entre pontos fixos determinados, utilizando processos de telefonia.

SVC

Switched Virtual Circuit is that an SVC must be reestablished each time data is to be sent. After that SVC disappears.

SYSLOG

Syslog é um padrão criado pela IETF para a transmissão de mensagens de log em redes IP. O termo é geralmente usado para identificar tanto o protocolo de rede quanto para a aplicação ou biblioteca de envio de mensagens no protocolo syslog. O protocolo syslog é muito simplista: o remetente envia uma pequena mensagem de texto (com menos de 1024 bytes) para o destinatário (também chamado "syslogd", "serviço syslog" ou "servidor syslog"). Tais mensagens podem ser enviadas tanto por UDP quanto por TCP. O conteúdo da mensagem pode ser puro ou codificado por SSL. O protocolo syslog é tipicamente usado no gerenciamento de computadores e na auditoria de segurança de sistemas. Por ser suportado por uma grande variedade de dispositivos em diversas plataformas, o protocolo pode ser usado para integrar diferentes sistemas em um só repositório de dados.

   

TCP/IP

O conjunto de protocolos TCP/IP é um conjunto de protocolos de comunicação entre computadores em rede. Seu nome vem dos dois protocolos mais importantes do conjunto: o TCP (Transmission Control Protocol - Protocolo de Controle de Transmissão) e o IP (Internet Protocol - Protocolo de Interconexão). O conjunto de protocolos pode ser visto como um modelo de camadas, onde cada camada é responsável por um grupo de tarefas, fornecendo um conjunto de serviços bem definidos para o protocolo da camada superior. As camadas mais altas estão logicamente mais perto do usuário (chamada camada de aplicação), e lidam com dados mais abstratos, confiando em protocolos de camadas mais baixas para tarefas de menor nível de abstração. Os protocolos para internet formam o grupo de protocolos de comunicação que implementam a pilha de protocolos sobre a qual a internet e a maioria das redes comerciais funcionam. Eles são algumas vezes chamados de "protocolos TCP/IP", já que os dois protocolos mais importantes desse modelo são: o protocolo TCP - Transmission Control Protocol (Protocolo de Controle de Transmissão) - e o IP - Internet Protocol (Protocolo de Internet). Esses dois protocolos foram os primeiros a serem definidos.

Telnet

Telnet é um protocolo cliente-servidor de comunicações usado para permitir a comunicação entre computadores ligados numa rede (exemplos: rede local / LAN, Internet), baseado em TCP. Antes de existirem os chats em IRC o telnet já permitia este género de funções. O protocolo Telnet também permite obter um acesso remoto a um computador. Este protocolo vem sendo gradualmente substituído pelo SSH, cujo conteúdo é encriptado antes de ser enviado. O uso do protocolo telnet tem sido desaconselhado, à medida que os administradores de sistemas vão tendo maiores preocupações de segurança, uma vez que todas as comunicações entre o cliente e o servidor podem ser vistas, já que são em texto plano, incluindo a senha.

TFTP

Trivial File Transfer Protocol, a simple form of the File Transfer Protocol (FTP)FTP uses the User Datagram Protocol (UDP)and provides no security features. It is often used by servers to boot diskless workstations, X-terminals, and routers.

Tunel IP

Um IP Tunnel é um termo técnico para designar o encapsulamento de um pacote IP dentro de outro, com o propósito de simular uma conexão física entre duas redes remotas através de uma outra rede.Este processo é frequentemente usado com o protocolo IPsec para criar um meio de conectar duas redes usando uma VPN. O meio para que essas duas redes se vejam é, tipicamente, a Internet. Dessa forma o fator limitador que é a distância é praticamente eliminado, permitindo a utilizadores de uma rede dispôr dos recursos de outra rede remota como se fossem locais.

   

UDP

User Datagram Protocol, a connectionless protocol that, like TCP, runs on top of IP networks. Unlike TCP/IP, UDP/IP provides very few error recovery services, offering instead a direct way to send and receive datagrams over an IP network. It's used primarily for broadcasting messages over a network.

   

VAD/CNG

Voice Activity Detector and Comfort Noise Generator (VAD/CNG) is used in discontinuous transmission (DTX) enabled systems, where average bit rate of the codec is to be reduced. Average bit rate reduction is achieved by sending less or no bits during silence periods in long speech signals. VAD algorithm is used just before the speech codec. If voice activity is detected, signal would be coded with the speech codec. If there is no voice activity, the signal frame would be classified as either Silence Insertion Description (SID) frame or no transmission (NOTX) frame. Parameters of the SID frame are computed and packed in compliance with the standard ITU-T G.711 Appendix II. In the decoder, if a silence frame is available, the system would activate CNG.

VLAN

Uma rede local virtual, normalmente denominada de VLAN, é uma rede logicamente independente. Várias VLAN's podem co-existir em um mesmo comutador (switch). O protocolo predominante é o IEEE 802.1Q. Antes da introdução do 802.1q, o protocolo ISL da Cisco, uma variante do IEEE 802.10, foi um dos vários protocolos proprietários. O ISL é desaprovado em favor do 802.1q. As primeiras VLAN's geralmente eram configuradas para reduzir o tamanho do domínio de colisão em um segmento Ethernet muito extenso para melhorar o desempenho. Quando os switch's descartaram este problema (porque eles não têm um domínio de colisão), as atenções se voltaram para a redução do domínio de broadcast na camada MAC. Dependendo do tipo de configuração, os usuários ganham mobilidade física dentro da rede. Um outro propósito de uma rede virtual é restringir acesso a recursos de rede sem considerar a topologia da rede, porém este método é questionável. Redes virtuais operam na camada 2 do modelo OSI. No entanto, uma VLAN geralmente é configurada para mapear diretamente uma rede ou sub-rede IP, o que dá a impressão que a camada 3 está envolvida. Enlaces switch-a-switch e switch-a-roteador são chamados de troncos. Um roteador ou switch de camada 3 serve como o backbone entre o tráfego que passa através de VLAN's diferentes. Redes virtuais podem ser configuradas de várias formas; Nível do protocolo, IP, IPX, LAT, etc. Baseada no endereço MAC. Baseada na sub-rede IP. Baseada na porta, e portanto, baseada no mundo real, como em departamento de marketing versus finanças. VLAN's podem ser estáticas, dinâmicas ou dependente da porta. Existem dois métodos de estabelecer uma VLAN: por marcação de quadro (frame-tagging) e por filtragem de quadro (frame-filtering). A marcação de quadro modifica a informação que está contida dentro do quadro da camada 2, de tal modo que os switch's podem encaminhar o tráfego da VLAN para as suas VLAN's de destino e voltar o quadro ao seu formato normal. A filtragem de quadro faz o switch procurar por um certo critério no quadro da camada 2 e usar este sistema de comparação para encaminhar o tráfego para sua VLAN e destino corretos. Um dispositivo de camada 2 pode implementar VLAN's de três maneiras diferentes; VLAN's abertas (Open VLANs) têm um banco de dados de endereço MAC único para todas as VLAN's. VLAN's fechadas (Closed VLANs) têm um banco de dados de endereço MAC separado para cada VLAN. VLAN's de modo mixado (Mixed Mode VLANs) podem ser configuradas como aberta ou fechada por VLAN. VLAN's fechadas geralmente são consideradas mais seguras que VLAN's abertas. Em equipamentos da Cisco, o VTP (VLAN Trunking Protocol) possibilita domínios de VLAN, os quais podem ajudar em tarefas administrativas. o VTP também permite "expurgo", assim, o tráfego de uma VLAN específica é direcionado apenas aos switch's que têm portas naquela VLAN.

VoIP

Voz sobre IP, também chamado VoIP, telefonia IP, telefonia Internet, telefonia em banda larga e voz sobre banda larga é o roteamento de conversação humana usando a Internet ou qualquer outra rede de computadores baseada no Protocolo de Internet, tornando a transmissão de voz mais um dos serviços suportados pela rede de dados. Empresas que fornecem o serviço de VoIP são geralmente chamadas provedoras, e os protocolos usados para transportar os sinais de voz em uma rede IP são geralmente chamados protocolos VoIP. Existe barateamento de custo devido ao uso de uma única rede para carregar dados e voz, especialmente no qual os utilizadores já possuem uma rede com capacidade subutilizada, que pode transportar dados VoIP sem custo adicional. Chamadas de VoIP para VoIP no geral são gratuitas, enquanto chamadas VoIP para redes públicas (PSTN) podem ter custo para o utilizador VoIP. Considera-se a telefonia IP a agregação do VoIP com outros serviços agregados para a telefonia.

VoIP sobre VPN

Using VOIP accross an SSL-based VPN can actually improve the call quality (as measured by MOS scores). The improvement seems to be due to encapsulating the UDP VOIP packets ( SIP and RTP ) in TCP/IP. NB Datagram-based VPNs, such as IPSec's ESP are still bad.

VPN

Uma Rede Privada Virtual (Virtual Private Network - VPN) é uma rede de comunicações privada normalmente utilizada por uma empresa ou um conjunto de empresas e/ou instituições, construída em cima de uma rede de comunicações pública (como por exemplo, a Internet). O tráfego de dados é levado pela rede pública utilizando protocolos padrão, não necessariamente seguros.VPNs seguras usam protocolos de criptografia por tunelamento que fornecem a confidencialidade, autenticação e integridade necessárias para garantir a privacidade das comunicações requeridas. Quando adequadamente implementados, estes protocolos podem assegurar comunicações seguras através de redes inseguras.Deve ser notado que a escolha, implementação e uso destes protocolos não é algo trivial, e várias soluções de VPN inseguras são distribuídas no mercado. Adverte-se os usuários para que investiguem com cuidado os produtos que fornecem VPNs. Por si só, o rótulo VPN é apenas uma ferramenta de marketing.